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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Concurso cultural: "Fotografia de outro Mundo"

O concurso é inspirado na obra Meu Amiguinho do Espaço, do autor Alan Borges e publicada pela Chiado Editora. No livro encontramos um dialogo rico de aprendizagens e reflexões traçado uma garoto da Terra e um ser vindo do espaço. Devido a riqueza de saberes vindos dessa história definimos que um concurso cultural seria perfeito para brincar com os leitores de uma maneira criativa e positiva. Queremos que o leitor se aproxime da ideia de Universo com carinho, para que quando for ler o livro o receba com ainda mais disposição. Iniciamos o concurso hoje e encerraremos no dia 26 de março/2015, após a data avaliaremos cada imagem e o vencedor será anunciando em até sete dias uteis.


Para participar do concurso alguns requisitos são essenciais: curtir as paginas Alan Borges Escritor, Borboletas no Papel e Abóbora Nerd. Feito isso basta postar uma foto com inspiração espacial no Facebook  com a explicação de que a foto é do concurso, e com a tag #MeuAmiguinhoDoEspaço. Após ter feito isso mande o link da postagem aqui nos comentários. As fotos serão julgadas em duas situações: haverá um premio pra foto mais curtida e outro prêmio para a foto escolhida por nós (três indivíduos: o responsável pelo Abóbora Nerd, a responsável pelo Borboletas no Papel e o autor Alan Borges).  

O que seria uma foto com 'inspiração especial'? A foto tem de aparecer a pessoa que postou e precisa conter elementos do espaço e/ou relacionadas a ficção cientifica. Exemplos: a pessoa segurando um pelúcia de estrela, foto com uma luneta/telescópio, foto perto de um planetário, foto segurando uma miniatura do Chewbacca, etc. Sejam criativos!

Para saber um pouco mais do livro/autor podem conferir os links abaixo:

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Entrevista com o Autor: Rafael Buarque Montenegro


O autor de hoje do Projeto Plena tem uma história até curiosa dentro do seu desenvolvimento na literatura. Sua construção literária é inteligente e suas inspiração são fenomenais. Apresento pra vocês hoje o autor Rafael Buarque Montenegro ( gente, a pessoa ter Buarque e Montenegro no nome é tipo uma sentença, tem que ter talento). A entrevista, pra mim, foi bem interessante e até divertida. É muito bom que tenhamos a oportunidade de saber um pouco da vida dos loucos (autores) que escrevem as obras que tanto amamos.



1. Fale-nos um pouco de você. Quem você é? O que te move, inspira e diverte? Qual sua formação?

R. Meu nome é Rafael Buarque Montenegro, tenho 24 anos, nasci em João Pessoa, Paraíba, e atualmente vivo em Campina Grande, PB, onde tento terminar minha graduação em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba. Por muito tempo perguntei o que me movia, e sempre achei (sempre quis acreditar) que havia um grande propósito por trás da minha existência. Que eu fazia parte de um todo maior, que eu era uma engrenagem fundamental no funcionamento de alguma grande máquina. Porra nenhuma. Ops, não sei se pode falar palavrão. Enfim, sem sarcasmos ou ironia, o que me move é meu corpo, meu coração, músculos, essas coisas. Se você me perguntar qual é o meu grande objetivo de vida a resposta será curta e direta: Não sei, não faço ideia. Sei que pessoas e situações me inspiram a ser melhor, pois tenho como mantra que devemos procurar sermos melhores a cada dia, sempre com o intuito de influenciar e inspirar nosso próximo. Sei que ler me diverte, ver filmes e séries me diverte, ouvir música me diverte, escrever me diverte pra caralho! Ou pra caramba, se preferir. Não gosto de rotina, não gosto do comum. O diferente me atrai, o inovador. Sempre.

2. Como se da a relação entre você e a literatura?

R. Minha relação com a literatura é engraçada, porque eu sempre gostei de ler, desde os meus 5 anos de idade. Mas, só vim começar a escrever qualquer coisa (sem ser os textos e redações de escola) aos dezoito anos. Comecei tardiamente, e não sei dizer se isso foi bom ou ruim para minha formação de escritor. Tem gente que escreve desde pequeno e não consegue contar uma boa história. Tem gente que começa depois dos trinta e arrasa no primeiro romance. Então, é relativo. Além disso, a literatura sempre fez parte da minha vida através da leitura, mesmo nas épocas que esse hábito estava dormente, eu ainda mantinha um livro na mochila. 

3. Quais são seus livros publicados? Fale-nos um pouco deles e onde podemos comprá-los.

R. Publiquei três livros de maneira independente. Dois quando eu ainda era um escritor amador. Comecei a escrever em 2009 e publiquei meu primeiro livro em 2011. Era um romance, ficção, porém de cunho totalmente religioso. Chamava-se "Segundo a Sua boa vontade" (esgotado), contava a história de um ateu que se convertia. É até engraçado dizer que escrevi esse livro, pois hoje o ateu sou eu. (risos). Vendemos 3 mil exemplares desse livro na Paraíba e em Pernambuco. No primeiro semestre de 2013 saiu o segundo romance cristão, "O Pescador de Homens" (esgotado). Vendemos 1 mil exemplares na Paraíba. Nesse meio tempo eu já tinha escrito muita poesia e outros romances, numa pegada estilo Nicholas Sparks (putz, vergonha alheia. Perdão aos fãs). Foi só em dezembro de 2013, janeiro de 2014 que decidi que levaria a sério a escrita. Como uma profissão, como algo que seria minha principal fonte de renda. Mudei completamente os gêneros literários que escrevia, e passei a me dedicar a literatura fantástica e a ficção científica ( -entrevistador batendo palmas aqui). Publiquei As Crônicas de Pindorama - Piná e o Despertar da Escuridão em setembro de 2015 e desde então meu trabalho é divulgar esse livro Brasil afora. Quem quiser conhecer mais sobre essa saga de fantasia é só visitar o blog:http://pindoramageek.com.br/, tem uma parte específica falando sobre o livro:http://pindoramageek.com.br/as-cronicas-de-pindorama/

4. Como se deu sua inserção nesse universo literário? Quais desafios encontrou para publicação de seus livros e como os superou?

R. Considero que houveram alguns momentos fundamentais para minha inserção no universo literário. Primeiro, em 2009, comecei a escrever um livro de meditações devocionais para jovens. Imprimi, tirei xerox e distribui para o grupo da minha igreja. Foi minha primeira experiência como autor, foi quando recebi os primeiros feedbacks, e como fui elogiado, decidi levar isso adiante. Foi um momento fundamental na minha formação de escritor. Depois, quando publiquei o primeiro livro, em 2011, mesmo de maneira amadora, e recebi os primeiros elogios e mensagens de apoio. Por fim, quando decidi que levaria a sério a carreira, profissionalmente, em 2014, foi o terceiro momento fundamental e quando publiquei As Crônicas de Pindorama em 2015 me senti completamente inserido no universo literário. Sobre as dificuldades, posso resumir todas elas em uma só: falta de grana. Não vou nem falar das editoras que COMPLETAMENTE IGNORAM autores iniciantes, mas a falta de dinheiro é o principal problema de quem tenta autopublicação. Como superei? Com a ajuda dos meus pais. Eles venderam a casa deles para publicar meu livro, e agora estamos todos juntos nessa luta. 

5. Que elementos você considera importante na construção de um personagem?

R. Gosto de personagens bem descritos, então procuro fazer isso ao construir os meus. Gosto de personagens humanos, palpáveis para o leitor, então procuro passar aos meus personagens essas características. Não gosto de idealizações, esteriótipos, embora nem sempre seja possível fugir deles. Gosto de personagens fortes, especialmente mulheres, então faço isso em meus livros. Não tem muito segredo. É tentativa e erro. As vezes o autor acha que está arrasando ao criar um personagem e o público lê e acha aquele personagem horrível. Outras vezes ocorre o contrário, é a vida. 

6. Quais são os livros e autores que inspiram sua vida? Recomenda-me algum. 

R. Tolkien me inspira pela genialidade e pela grandiosidade de sua obra. Nenhum outro autor de fantasia foi/será como ele. Nenhuma outra obra de fantasia foi/será como a obra do Professor. Os Miseráveis, de Victor Hugo foi o primeiro livro que abriu meus olhos para os problemas sociais do mundo. Perseguição Implacável, do Peter Carter, foi o primeiro livro que me mostrou a irracionalidade da guerra. O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, trouxe-me o amor pela filosofia. Mas se tiver que recomendar um único livro, vou recomendar dentro da literatura fantástica. "O Nome do Vento", de Patrick Rothfuss, que é, para mim, o melhor livro de fantasia que eu já li. (não é maior ou mais importante que a obra de Tolkien, mas é mais gostoso de ler. O livro canta pra você. Vai por mim, leia O Nome do Vento. Sério. Leia.)

7. Fale-me de seus projetos futuros. Tem mais livros a caminho?

R. Nossa, tem muita coisa vindo. Sou inquieto, bastante inquieto. Tem os livros sequenciais dAs Crônicas de Pindorama. Quero lançar o segundo volume, intitulado Nhanderuvuçu e a Grande Noite ainda este ano. Estou trabalhando também nuns roteiros pra cinema (outra área que tenho interesse), e num livro de ficção cientíica ainda sem nome e num roteiro de uma hq de suspense/terror. Enfim, muitas cosias, espero dar conta de tudo!

8. O que significa para você esse efeito mágico que a leitura causa nas pessoas, especialmente nas crianças e nos adultos sonhadores?

R. Como leitor, é uma sensação única. O livro mexe com nossa imaginação, com nossos sentimentos, expectativas. É incrível. Não é algo fácil de descrever. Como autor, é uma puta responsabilidade, mas é também uma puta alegria quando alguém chega pra você e fala o quanto a leitura do seu livro marcou a vida dela. É algo que não dá pra expressar em palavras, é sublime. É o que faz valer a pena sentar e escrever. Escrevo porque gosto, porque me divirto, e a recompensa é essa, a alegria no rosto dos leitores.

9. Escolha uma frase ou parágrafo do seu livro para nos inspirar. 

É uma frase dAs Crônicas de Pindorama - Piná e o Despertar da Escuridão.

"O medo que vocês sentem é apenas uma ilusão e se vocês permitirem, ele se tornará tão grande que vai devorá-los por inteiro. Mas, se vocês se impuserem, se deixarem a coragem tomar conta de sues corações e mentes, não há limites para a vitória! A liberdade de vocês está ao alcance de suas mãos, vão pegá-la!"
Quem quiser, pode falar com o autor  através dos contatos:

Blog Pindorama Geek: http://pindoramageek.com.br/


E-mail: pindoramageek@gmail.com


Confira a sinopse:
Annabel acordou assustada e tremendo. Por dois segundos teve paz para organizar seus pensamentos, mas apenas esses segundos não foram suficientes. Embora sua mente lutasse para afirmar que tudo não passara de um sonho, as mãos do atacante misterioso apertando-se em volta do seu pescoço diziam-lhe o contrário. Tudo aquilo era bem real. Lutou e lutou sem obter qualquer êxito, até que finalmente ouviu a assombrosa voz do seu agressor que cortou-lhe a alma como uma afiada lâmina: “Piná, eu sei quem você é”. Então, tal como misteriosamente começara, o ataque cessou. Ela levou as mãos a garganta, puxando o ar como uma louca, e pensando nas palavras que ouvira. Não tinha a menor ideia do que significavam, mas estava disposta a descobrir. Annabel parte assim em uma grande jornada, onde irá descobrir quem é de verdade, e se está realmente preparada para enfrentar o grande mal que paira sobre as terras de Pindorama, a fantástica terra das palmeiras, também conhecida como Brasil.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Ficha de Personagens: Os doze guardiões da Luz (Parte 1)

Assim como faço nas postagens sobre o Universo de Harry Potter, percebi a necessidade de fazer uma série de postagens para apresentar em cada uma um pouco do Universo de Os Doze guardiões da Luz. O livro foi elaborado com uma diversidade admirável de personagens, criaturas mágicas e locais. Não pensem que tece elogios exagerados, até porque eu não ganharia nada com isso (não tenho parceria firmada com o autor). em vista da grandiosidade que enxergo no livro desejo meus sinceros votos para que um dia ele se torne um nome tão falado quanto harry Potter. Não acredito que todo mundo vai gostar do livro, assim como não é todo mundo que gosta de harry Potter ou qualquer outra saga clássica. Mas creio que os que gostarem serão agraciados com uma historia que encanta a alma fazendo arder de paixão e desejo. Bom, elogios à parte, vamos ao que importa nessa postagem. Farei uma "ficha" com alguns personagens do primeiro livro, essa será a primeira postagem com esse assunto especifico e farei outras postagens com personagens ainda pro primeiro livro. 

Primeiramente, os reis:

Rei Bran e Rainha Elaine: o rei e a rainha de Atria eram primos, e foram unidos pelo casamento, são membros da tradicional família Atherton. O símbolo de sua casa é o Cão de Caça.
O rei mantinha uma vistosa barba castanha e mancava de uma perna_ antigo ferimento de guerra. Era um homem afável e querido pelo povo. Sua companheira, a rainha, emanava aura de uma mãe que consola os filhos, ainda que não tivesse nenhum.”

Rei Howel e rainha Laudine: rei e rainha de Betria. 

Cerdic: rei de Gatria.

Os doze guardiões da luz:

Elemento: Fogo

Áries:
Peixes e Áries/ Arte de Carlos Herrera
É um dos personagens que mais me cativou. Ele é um senhor do fogo, elemento de sua criação é honrado e humilde. Seus conflitos internos aparecem muitas vezes quando tem de lidar com capricórnio e com o medo de perder sua amada Peixes. Seu desenvolvimento dentro do livro é muito bom, ele cresce em espírito e coragem e acredito que haverá para ele um futuro onde ele será mais poderoso ainda. Assim como os outros guardiões, ele tem uma forma física “verdadeira”, é a forma que eles despertam que representa a glória dos guardiões. Áries se transforma ( ou volta a ser) um cordeiro grande e forte, de lã branca e envolta de um fulgor dourado. Essas formas porem necessitam de grande esforço para serem manifestadas, assim eles não a mantém por muito tempo.
Áries soltou uma gargalhada, e as crianças riram com ele. Vinha de dorso nu e pés descalços, vestindo brocado sobre as pernas longas. Suas muitas joias haviam sido presentes de reis cujo brilho contrasta com a sua pele bronzeada. Forte e esbelto, parecia tão jovem quanto homem feito. Tinha cabelos ondulados e um par de chifres grossos que brotavam do topo da cabeça e se curvavam até a frente de seu rosto e sobre os ombros, tal como os de um carneiro. Eram chifres brancos, rijos e afiados.”
Sagitário:
Sagitário e Virgem/Arte de Dannilo Santana
Ele é como sua alcunha expressa: Arcanjo. É um ser de luz, honra e amizade. Dentre as diversas representações para o signo que encontrei em livros, desenhos e filmes, essa foi a que mais me agradou. A força e bravura dele me surpreendem, ele é correto e justo, não mede esforços para fazer o certo e zela pelos que ama. Inicialmente seus conflitos internos são apresentados em relação ao amor que sente por Virgem. Há um otimismo presente nele que não quer acreditar que seus companheiros cederam às vontades da Escuridão. 
Mais alto e mais forte que Áries, o guardião vestia verde, com calças e botas de couro surrado. Usava, no antebraço esquerdo, uma braçadeira de osso e madeira que impedia que o atrito da corda do arco o ferisse quando disparasse. Levava presa às costas uma aljava carregada de setas emplumada, com pontas de aço afiado. Seus cabelos eram castanhos, lisos e compridos além dos ombros.
Leão:

Tem o titulo de mais poderoso entre os poderosos, ele é o Rei há muito coroado e que pra proteger pessoalmente o povo e evitar mortes em combate abdicou a realeza. Mas o destino é inexorável e ele terá de rever suas ações. O mal os ameaça, as trevas crescem no interior do reino. A dura batalha pela frente e a necessidade de um rei verdadeiro e forte irá desafiar a convicção de Leão. Sua força em batalha é surpreendente. Tem uma personalidade igualmente forte e nutre um grande amor por Aquário, amor esse abalado pela fuga que leão desprendeu em relação ao relacionamento para ir de encontro às batalhas contra os inimigos do reino, muito antes da atual ameaça. Leão é um líder imbatível com de rugido estrondoso. Os que o seguiam se sentiam encorajados e gloriosos diante de seu poder, sentiam que ao lado dele poderiam vencer as mais duras batalhas.
Ele se empertigou, erguendo-se como uma torre diante deles. Caminhando, passava a impressão de que Gaia não suportava o peso de seus passos. Alto e forte, dono de músculos que se apertavam sob o colete reforçado com metal. Botas com grevas de bronze, calça de outro e cinturão abraçando a cintura larga como o tronco de um carvalho. Cabelos louros e ondulados tocavam os ombros. Vê-lo de perto era como estar diante de um deus.

Elemento: Água

Peixes:

É doce e amável. Tem muito carinho para com o mundo e muito amor por Áries. Ela tem uma curiosa dependendo do seu elemento criador: a água. Ficar longe da água lhe drena as forças, assim ela sempre precisa procurar de tempo em tempo uma fonte de água, preferencialmente uma que lhe permita emergir. Peixes aparenta fragilidade, mas ela tem a força profunda da determinação e dos sentimentos. Forças que serão testadas e provadas durante a história. Eu consegui perceber nos personagens tantos masculinos quanto femininos do livro que há a presença de humanidade neles, assim ambos tem pontos fortes e fracos. A forma verdadeira de Peixes é encantadora, e eu não vou contar o que é. Ao ler lhe será uma grata surpresa. 
Peixes tinha os cabelos longos e escuros, e estavam colados à cabeça por estarem molhados. Seus olhos eram de um azul inexistente em qualquer outro ser. Cada traço de seu rosto era perfeito: faces saliente nariz pequeno, sobrancelhas finas. Nua, ela se mantinha submersa até a altura dos seios, permitindo a visão dos ombros delicados e de tez branca.
Câncer:

É um personagem absolutamente soturno. De sua aparição ao desfecho desse livro ele vai ter um notável desenvolvimento, muito coisas vão acontecer e vamos reconhecendo elementos de sua personalidade. O filho da água ambiciona mostrar-se o mais forte entre os guardiões ( mas para quem? Lanço o mistério pra vocês, vão ter de ler o livro). Ele já é, sem duvidas um dos personagens mais fortes, gosto dele no seu jeito sombrio e reservado de ser, ele não perde tempo com exaltações de si e bate de frente com quem o desafiar, não veria medo nos olhos de câncer. Talvez no íntimo da sua alma haja algum, mas não é visível. Em sua forma verdadeira mostra-se um imbatível caranguejo com a carapaça praticamente impenetrável e garras hábeis ao ataque. 
Ele não partilhava da majestade do décimo guardião, mas conseguia ser ainda mais intimidador. Vestia negro dos pés ao pescoço, as vestes falhando em esconder a estupenda massa muscular. Tinha o cabelo escuro curto e sobrancelhas que quase se encostavam para moldar a expressão feroz do rosto.
Escorpião:

É um temível pirata, filho da água, e logo irmão de Peixes e Câncer, é totalmente diferente dos irmãos. Sua ambição está no mar, no desejo de ser um pirata temido e poderoso. Sua capacidade de luta é eximia, seu veneno é devastador. Tão insano é seu desejo de matar que recebeu a alcunha de Devorador de Corações. Sua personalidade esbanja ousadia desdém para com os fracos. Ele não vacila e seus olhos perversos procuram destruição. Peixes levanta um questionamento importante quanto ao fato dele ter se deixado possuir pela Escuridão, sendo forte como ele é, algum motivo misterioso envolve a situação. Sendo ele um grande capitão pirata eu deixei de lado a descrição física dele e apresentarei um pouco dos seus caminhos navegados:
Indiferente e desbocado, imprevisível e sedutor. O Oitavo guardião sempre fora um coringa entre os Doze. Outrora inimigo do Triangulo do Sul, conhecia do Oceano Boreal das Praias de Atria ao litoral enevoado do triangulo do Norte. Navegara por todo o oceano Austral; pelas praias turbulentas do continente sul; pelos Mares de Sangue, entre as terras selvagens e as terras das amazonas; pelo Mar Oriental e até o Azul Infinito, águas sem fim que demarcavam as bordas a leste e oeste do lado conhecido do mundo.

Elemento: Terra

Capricórnio:
Capricórnio/ Arte de Natalie Duarte
 Foi um personagem que conquistou meu ódio a primeira vista, assim que foi apresentado. Entretanto diversos acontecimentos ao final do livro fizeram eu me questionar sobre os reais motivos das ações dele, talvez algo a ser revelado no próximo livro. Ele é inteligente, estrategista e determinado. Entre suas ambições está conquista o amor de Peixes, pelo qual ela lutara até mesmo perversamente. Ela é sem duvidas um sujeito que veio ao mundo pra incomodar, e isso não é necessariamente algo ruim, ele traz o incomodo da dúvida, e isso é algo com que os Guardiões terão de lidar. É preciso pesar suas ações numa balança (quem sabe a de Libra?), talvez descubra-se mais adiante que ele estava certo em muitos dos questionamentos levantados. Não que eu goste dele, mas é preciso ser honesto quando a capacidade intelectual dele. Elemento: Terra. Sua forma verdadeira será moldada pela Escuridão, tornando-a uma abominação aos olhos dos outros guardiões. 
À frente vinha um homem tão alto e forte que fazia todos ao seu redor parecerem pequenas criaturas que ele poderia esmagar. Elegante e altivo como um imperador, o garbo de suas vestes superava as do rei, com mais joias do que poderiam ser contadas, engastadas ao tecido purpúreo e costurado em fios de ouro. Usava bota de cano longo com esporas douradas e luvas de couro lustroso até os cotovelos. O cabelo era negro e longo como o de Peixes, e estava oleado e penteado para trás. Olhos negros e estreitos fitavam com frieza. De sua cabeça ascendia um par de chifres longos e curvilíneos que se deitavam em direção à nuca, com pontas afiadas voltadas para cima.
Touro:

É um grandalhão, extremamente forte, mas com uma capacidade de amar e ser carinhoso que se destaca, um homem de fibra. O filho da Terra é um hábil e talentoso ferreiro. Incubei-se da missão de cuidar do povo da cidadela de Analth e não medirá esforços por essa missão. Toda sua forma física, seu jeito bruto e enfurecido de lutar parecem distantes diante as demonstrações sentimentais de Touro. Ele é uma fortaleza por fora, mas se inunda de bons sentimentos por dentro. Sua forma verdadeira é a de um touro enorme e enfurecido; por vezes ele perde a noção de amigos e inimigos se estiver tomado pela fúria da batalha. Eu tenho um bom histórico de paixão por personagens que representam esse signo, touro é assim: digno e honrado, forte e frágil. 
Touro era tão alto que mesmo Capricórnio parecia miúdo perto dele. Vestia calças de couro surradas, com bandagens brancas atadas ao redor dos pés e das mãos e um cinturão de fivela metálica. O peito enorme do guardião remetia á imagem da encosta de uma montanha. Os estupendos músculos dos braços pareciam prestes a arrebentar.
Virgem:

Virgem lembra a figura da donzela disposta a se sacrificar pelo bem do mundo. A personagem me lembra muito as jovens e adoráveis bruxas de outros universos mitológicos. A presença do seu elemento, a Terra, é demonstrada no seu dom com a natureza e as ervas de cura. Em uma guerra ela pode ajudar os feridos, o que é de grande utilidade, mas ela não se resume a isso, ela tem o impeto na alma para brandar a espada quando for necessário. Ela corresponde ao amor de Sagitário, ao mesmo tempo que evada, por temer que ele sofra diante de sua condição, ser a personificação do signo de virgem significava também manter-se como uma eterna donzela.
Rodeada de passarinhos que cantavam para ela, uma jovem repousava sobre a grama, colhendo flores e guardando-as em um cesto de vime. Os cabelos dourados e ondulados daquela linda mulher balançavam suavemente ao serem tocados pela brisa, recebendo a luz do Sol e brilhando como se feitos apenas de luz. Seus olhos eram grandes e verdes, de cílios compridos, acentuando a beleza da boca carnuda. Passarinhos a observavam das árvores, e as flores se inclinavam em sua direção. 

Elemento: Ar 

Aquário:

Se destaca entre os guardiões pela força em combate, é destemida e enfrenta com todas as suas forças o inimigo. Tem uma personalidade muito forte e ácida. Odeia quando tentam diminuir sua capacidade de guerreira afirmando que ela seria mais fraca por ser mulher, ela pode até se desarmar inicialmente ao ouvir um insulto, mas logo revida com todo seu poder, gloria e fúria. Suas habilidade com espada e lança são eximias. Ela vacila entre aceitar de volta o amor de Leão ou dar-lhe uma surra. Os anos de separação e todos os obstáculos que a vida sempre lhe impõe fez dela uma mulher muito forte e por vezes áspera. Sua relação com a irmã, Libra, aponta um conflito em sua mente, ela evita a irmã, talvez um pouco envergonhada de si por ser tão diferente dela, entretanto cada qual é cada qual, importante para o mundo e para as pessoas do jeito que é. 
Aquário era da altura de Áries, mais mulher e menos menina do que Peixes. Tinha pernas grossas, apertadas sob o couro da calça masculina, uma espada embainhada na cintura. Sua habilidade com a espada era famosa em todo o Triangulo do Sul, bem como o peso de seu punho.
 Libra


É uma figura transcendente, ela é um ser de luz cuja presença inspira e acalma. Sua aparição no primeiro livro é curta, mas acredito que ela despontará na sequência. Sabemos pouco dela, mas é notável que ela guarda grande poder em si. A principio poderia representar-se fragilmente, mas acho isso dúbio, como disse antes: todos os guardiões tem forças e fraquezas. O espirito dela lembra-me o meu, ela cuida de crianças órfãs do reino e atua como um guia à espiritualidade. Vou ter o desejo perverso de vê-la numa situação onde tenha de lutar co toda sua força para proteger os que ama, ela é poderosa e quero vê-la em ação.
Tal como estavam os guardiões para os seres humanos, assim estava Libra para os próprios guardiões. Mais pura e sublime, mais próxima da Luz do que qualquer outro dos Doze, a irmã de Aquário personificava a crença no divino. Ela era a líder espiritual do culto à Luz, estrela-guia de todos aqueles que buscavam paz e iluminação, e a terceira colocada na hierarquia de comando dos Doze- logo abaixo de Capricórnio.
Gêmeos:

É atrevido, um verdadeiro pavão. Orgulha muito de seu poder. Tem a alcunha de Relâmpago de Avalon devido ao seu poder relacionado aos elementos da tempestade, ele ataca com poderosos raios. Ele possui dois corpos que compartilham a alma, de acordo com a representatividade do zodíaco. Sua aparição da história se da em um momento critico, onde ele perdeu um de suas metades e por isso corre o risco de falecer (e com sua morte a barreira que protege o Triangulo do Sul se desfaria). 
Gêmeos era conhecido pelo gênio indomável e pelo peso de sua presença. Uma estela que brilhava como poucas. No entanto aquela figura pálida que cravava as unhas no solo era quase irreconhecível. Os cabelos estavam jogados sobre a face a qual estampava apenas dor.

Para conhecer mais do livro acesse a RESENHA.
Confira também a segunda parte da ficha clicando aqui.