Mostrando postagens com marcador professor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador professor. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de março de 2016

Sugestão para sala de Aula

Outro dia circulando pela virtualidade encontrei um trabalho muito interessante feito com textos infantis e desenhos curiosamente preparados com marcas de digitais. Eu aproveitei e já levei para minha sala de aula! 










domingo, 14 de fevereiro de 2016

Recomendação literária: Meu Amiguinho do Espaço (Alan Borges)

Já há algum tempo venho falando aos leitores do blog da importância de valorizar a literatura nacional. É preciso reconhecer os bons livros e as boas obras. Como sou professor sempre busco livros assim e tento encaixa-los no contexto da sala de aula. Faço isso por dois motivos, primeiro porque livros importantes ferramentas de aprendizagem, segundo que ao apresentar aos alunos autores nacionais mostramos à eles que se eles quiserem e se esforçarem também poderão se tornar grandes escritores. Assim criei o Projeto Plena, onde transmito à vocês o que de melhor temos em literatura nacional.

Recentemente o blog firmou parceria com o autor Alan Borges, publicado pela Chiado Editora. Foi uma parceria bem pensada e acrescentará muito ao blog e possibilitará aos nossos leitores boas aprendizagens. Vou apresentar à vocês hoje um dos livros do autor, que se enquadra perfeitamente ao meu padrão de literatura. Como professor eu sempre busco bons livros de literatura infanto-juvenil. Livros que possam favorecer a aprendizagem dos meus alunos, bem como trazer-lhes momentos de agradável leitura. Encontrei em Meu Amiguinho do Espaço uma obra que atende aos meus gostos e necessidades. Escrita com uma suavidade poética ele nos apresenta os conflitos da infância e nos oferta uma imensidão de saberes. É impossível terminar o livro e não se sentir agradavelmente envolvido por suas palavras e ensinamentos de bem viver.

Ah, ainda lembro-me dele.
Já se passaram tantos anos, mas parece que foram apenas alguns dias.
Lembro-me dele, como se o tivesse visto há poucos instantes.
Mesmo depois de crescido e envelhecido, ainda sinto a sua falta.
E não há nada que possa amenizar minha saudade, a não ser...
O sorriso das estrelas. Elas ainda me confortam...
Te contarei um pouco desta história, que faz parte da minha.
O descreverei aqui, para vocês...
Não posso falar-te muito a respeito.
Precisaria de um livro de um milhão de páginas.
Irei resumir, mas não te preocupes: revelarei momentos extraordinários e falarei de algo incrível que nunca esqueci.
Alguns livros são escritos com tanta poética e suavidade de palavras que é impossível não se encantar por eles. Em “Meu Amiguinho do Espaço” temos dois personagens centrais que em seus diálogos refletem e nos ensinam sobre a vida e o bem viver. De um lado temos o narrador-personagem contando sua infância, com seus pais trabalhadores, seus coleguinhas de escola, e as dificuldades sociais que encontrava por ser de uma família financeiramente pobre. Do outro lado do dialogo temos um ser acinzentado de grandes olhos que dizia ter vindo do espaço especialmente para ensinar ao garoto coisas sobre a vida para que ele se tornasse uma pessoa cada vez melhor em sentimentos e conhecimento. 

Era nos sonhos do pequeno garoto que ele podia se encontrar com seu amigo acinzentado. Antes, porém ele teve de passar por alguns testes onde sua determinação e coragem o provou digno dos ensinamentos. Em cada encontro eles conversavam muito sobre diversos assuntos, o menino apresentava suas duvidas, seus medos e anseios enquanto o amigo vindo do espaço lhe explicava coisas sobre todo o Universo e a vida. Todo conhecimento que o amigo vindo do espaço traz ao personagem também se direciona ao leitor. E é escrito com tanta emotividade que é como se as palavras abraçassem que as lê.

Há uma relação curiosa entre os conceitos da física e o livro- uma vez que ele é de ficção, isso é importante-, mas o que me impressiona é justamente a faixa etária que o livro atende. Embora possa ser lido e apreciado por pessoas de qualquer idade, ainda é um livro infanto-juvenil. Ele torna-se muito útil por ensinar de maneira divertida sobre elementos da física, da construção e representação do Universo. Assim esse livro é uma grande ferramenta de aprendizagem, ensina sobre uma vida correta e justa e também oferta diversos conhecimentos didáticos ao leitor. 

Dirigi minha atenção ao livro inicialmente por ser ficção, um tipo que eu aprecio muito, e por ser infanto-juvenil- tenho buscado livros que sejam bons para usar em sala de aula. Honestamente não tenho encontrado muitos livros infanto-juvenis bons. Busquei alguns estrangeiros que até receberam certo renome, mas analisando a minúcia das palavras encontrei falhas que não deixaria passar. Muitos livros infanto-juvenis abominavelmente criadores de preconceitos entre os jovens. O livro “Meu amiguinho do Espaço” passou no teste. Tal qual o personagem central era desafiado no seu processo de aprendizagem eu desafiei o livro no decorrer da trama. 

Dentro da minha perspectiva de professor posso fazer, e farei, diversas recomendações sobre o uso do livro em sala de aula. Podem ficar atentos as postagens do blog que vou compartilhar com vocês as estratégias de uso. E pretendo também adaptar uma parte do livro para uma apresentação de teatro infantil no colégio onde eu trabalho. 

É importante observar também que o livro contém algumas palavras mais rebuscadas. Alguns que eu mesmo precisei recorrer ao dicionário pra entender, mas no geral ele é escrito numa linguagem simples e passa bem ao leitor suas intenções. Para mim o uso dessas palavras é interessante porque pode ser usado para afiar em ampliar o conhecimento e vocábulo dos leitores.

Para os professores que desejarem fazer uso do livro eu indicio-o a partir do 5°/9, sempre de acordo com a capacidade do professor de orientar a turma na leitura- aproveitem-se das palavras que os alunos não conhecem e cultive o uso do dicionário como ferramenta de aprendizagem. Como eu já tenho certa prática em transportar para qualquer etapa do ano escolar elementos literários eu pretendo desenvolver uma encenação teatral tanto com alunos do segundo quanto do quarto ano. 

Separei alguns trechinhos do livro para que vocês possam desfrutar um pouco da sabedoria contida nele:





sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sala de Aula: Vamos falar de cárie?

Fui no consultório da dentista esses dias e vi uma imagem de uma jacaré com a boca aberta e caries nos seus dentes, na hora falei com ela que aquilo me dava ideias pedagógicas. Então montei e trouxe pra vocês. Dá pra usar nas aulas sobre saúde e higiene. 

"Cárie" é uma outra forma de denominar a deterioração do dente. A deterioração do dente é fortemente influenciada pelo estilo de vida do indivíduo - o que come, como cuida dos dentes, a presença de flúor na água ingerida e o flúor no creme dental de uso. A hereditariedade também tem um papel importante na predisposição de seus dentes para se deteriorarem. ( Site da Colgate)
Vou mostrar pra vocês o passo a passo do Menino com Cárie. Eu usei apenas materiais que já tenho aqui em casa na minha caixa de "bagunças" recicláveis, mas vocês podem fazer o Menino usando EVA ou T.N.T que vai ficar ótimo. 

A gente tem de definir sobre que superfície faremos o rosto do Menino. Eu usei papel cartão, mas podem usar um papelão pra dar firmeza e colar um papel bonita por cima. Escolhido o material pode riscar o rosto, ou fazer colagens ( pode até comprar aqueles olhinhos prontos).


É preciso agora montar os dentes de maneira que possamos encaixar as "caries" neles. Eu usei papel oficio, mas se fosse feito com T.N.T numa superfície lisa como E.V.A e usando cola quente ficaria perfeito .Quando colar os dentes lembre de usar os palitos de picolé para garantir o encaixe.


Agora está pronto, o professor pode utilizar-se do Menino com Cárie de diversas maneiras,inclusive com contação de historia. É desejável que depois de utilizar o Menino que se desenvolvam outras atividades complementares dando sequencia ao conteúdo trabalhado com ele. 



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Livro pra Sala de Aula: Animalfabeto

Existem alguns livros que se destacam quando o assunto é sala de aula e alfabetização. Trouxe para vocês hoje um livro que é simplesmente fantástico! O Livro Animalfabeto é uma obra do Paulo Moura, publicada pela Ciranda Cultural. Cada pagina do livro traz uma a referencia a uma das letras do alfabeto com um texto e ilustração muito bem desenhada e vivamente colorida. Seguem-se as paginas cada uma com uma letra indo de A até Z e incluindo as letras K,W,Y. A proposta do livro é excelente para o uso em sala de aula. O professor pode trabalhar de diversas maneiras com o livro, explorando gradativamente as letras e desenvolvendo juntamente com a apresentação do livro atividades interligadas e interdisciplinares. 


Titulo: Animalfabeto
Autor: Paulo Moura
Editora: Ciranda Cultural

Veja um dos textos do livro:

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Conferência Municipal de Educação de Ribeirão das Neves- Segundo dia


Segundo dia da conferencia municipal de educação...
(26/05/2015)

Tivemos um longo dia de trabalho. A conferência teve duração de oito da manha às sete horas e oito minutos da noite.  Os ânimos estavam a mil, todos muito ansiosos e agitados, o que já se espera de um evento assim, especialmente por tratar do futuro da nossa Educação. A democracia deu seu show! Claro que isso inclui debates ferrenhos, ter de ouvir as mais diversas opiniões e encontrar os diversos sujeitos. É dentro disso, das diferenças e igualdade, das discussões e acordos é que se mantém uma democracia digna e respeitosa. Percebi nesse segundo evento uma participação mais ativa de alunos, em especial da EJA e também de pais de alunos, o que é essência na construção de um Plano Educacional democrático. Todos devem ter, e tiveram, o direito a palavra e a voto. Constamos com a presença de Neusinha, Zuma Pires ( do Conselho de Educação) e de Denise (do Sindicato dos Professores). Alguns políticos comparecem ao evento e espero que com boas intenções e que a partir disso se dediquem ao que propõem o plano. 

Vamos as metas discutidas, agora de 6 à 20. Comentarei apenas algumas:

Meta 6: Oferecer Educação em Tempo Integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dxs alunxs da educação básica.

Eu já trabalhei como Coordenador do Projeto Escola Cidadã, que é justamente escola integral. Vejo esse tipo de projeto como fundamental! Nele as crianças permanecem na escola em contra-turno desenvolvendo atividades que vão desde letramento à outras voltadas para formação da cidadania. Através dessas ações as crianças encontram-se fora das ruas e influencias negativa enquanto utilizam-se desse tempo útil para aprender e ( quando proposto e desenvolvido pelos monitores e coordenadores) refletirem sobre suas identidades e papel na sociedade. Acredito que ainda pode-se fazer muito pelo projeto, expandindo a capacidade de receber, e receber bem, os alunos e desenvolver-se cada vez mais com políticas de promoção à paz e valorização dos sujeitos. As estratégias propostas para essa meta rumam em direção do que falei: da construção, adequação e ampliação dos espaços e da capacidade para receber os alunos. Segue com propostas culturais e esportivas que vão contribuir para o interesse e formação cidadã dos alunos.

Meta 7: Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas da modalidade com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as médias nacionais para o ideb.

Falou-se muito nesse item sobre a formação dos profissionais e a segurança das instituições de ensino, entrou-se no assunto importantíssimo do PPP, da aprendizagem, do transporte e do acesso a permanência à educação em instituições bem estruturadas e acessíveis. Vou destacar um ponto que considero muito importante e claramente desafiador e desejável, sobre o qual vou sonhar que nenhum conservador vá meter seu dedo sujo e seus preconceitos: “Incluir no PPP, em parceria com o Estado, a partir do primeiro ano da vigência desse PDME, o desenvolvimento dos temas Educação em Direitos Humanos, Cultura de Paz e prevenção a criminalidade, Diversidade de gênero, orientação sexual e etnia”.

Meta 8: elevar a escolaridade média da população de 18 anos a 29 anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 anos de estudo no ultimo ano da vigência desse plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no Pais e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados á Fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE.

Gostei muito da participação dos profissionais e alunos da EJA nesse item! Eles deixaram claro a que vieram! Garantiram seu espaço e direito de voz! Tem-se nesse item o compromisso em buscar para a escola todos aqueles que por algum motivo não a concluíram no tempo “comum”. Preocupou-se também com os estudantes que cumprem medidas socioeducativas: “promover a busca ativa de jovens fora da escola, pertencentes aos segmentos populacionais considerados, assim como para os jovens e adolescentes em situação de cumprimento de medidas sócio-educativas, em parceria com as áreas de assistência social, saúde, proteção á juventude e geração de emprego e renda”. Aqui abro um espaço para comentar algo importante que foi quase ignorado: os alunos com dependência química, em situação de uso ou abuso de drogas. Embora um das pessoas da plenária insistisse que de devesse tratar do tema ele foi sumariamente ignorado pela plenária. Uma falta lastimável. Esse tema é polemico, mas urge em ser trabalhado. Ninguém expressou as questões de como o professor deve lidar com esses alunos, jogaram isso para as questões da saúde, mas uma vez que o aluno se encontra na escola essa tem o compromisso de lidar com ele entendendo sua diversidade e para isso é necessário que se tenha conhecimentos!!!

Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e até o final da vigência deste PDME, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

Esse tema está entre os mais importantes! A sociedade tem gritado aos quatro campos que se encontra em estado de analfabetismo político, o que tem ligação com o analfabetismo funcional. Muitas vezes o sujeito escreve e lê, mas não se consolidou como sujeito crítico e capaz de discutir. E é por essas e outras que a ignorância se tornou algo cotidiano, algo gritante nas ultimas eleições presidenciais e ainda mais gritantes após a conclusão da mesma. O ponto que teve gente que chegou a defender a volta da Ditadura Militar. Falou-se novamente na educação dos jovens e adultos e do incentivo para que as empresas públicas e privadas mantenham parceria e programas que recebam esses alunos como profissionais, incluindo projetos para menores aprendizes.

Meta 10: Oferecer no mínimo, 25% das matriculas de educação de jovens e adultos no ensino fundamental e médio, na forma integrada á educação profissional.

Abordou-se aqui a profissionalização dos jovens e adultos: Implantar, a partir da vigência desse PDME, em regime de colaboração, de forma progressiva, programas de reestruturação e aquisição de equipamentos voltados à expansão e melhoria da rede física de escolas publicas que atuam na educação de jovens e adultos integrada á educação profissional, garantindo acessibilidade à pessoa com deficiência e abrangendo a totalidade das referidas instituições de ensino até o final da vigência desse plano.

Deixarei vocês agora apenas com as Metas entre 11 e 16, e  me absterei de comenta-las:

Meta 11:Triplicar as matriculas da educação profissional técnica de nível médio assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público. 
Meta 12: elevar a taxa de matricula bruta na educação superior para 50% e a taxa liquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matriculas, no segundo público. 
Meta 13: elevar a qualidade da educação e ampliar a proporção de mestre e doutores do corpo docente em efetivo exercício do conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 33% doutores. 
Meta 14: Elevar gradualmente o numero de matriculas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60.000 mestres e 25.000 doutores. 
Meta 16: garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência deste PDME, política nacional de formação dos profissionais da educação de que trata os incisos I, II e III do caput do art.61 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação especifica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.

Meta 17: AQUI AS PESSOAS SE INFLAMARAM!!! – Valorizar xs profissionais do magistério das redes públicas de educação básica e equipar seu rendimento médio aos dxs demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PDME.

Esse item precisa ser comentado. A discussão foi ferrenha e exprimiu a urgência e ansiedade que os profissionais da educação têm de serem valorizados, em vista de que seque recebem o piso salarial. Muitas das questões polêmicas foram a pontadas para serem discutidas na Mesa hoje entre professores, sindicato e a Prefeita Daniela Correa, lembrando que os professores entraram hoje numa greve de advertência de 72 horas (quarta, quinta e sexta-feira). O secretario se declarou preocupado com as urgências transmitidas nas metas, onde quase tudo que esta com prazo pra um ou dois anos foi alterado para “ imediatamente” ou “ a partir da vigência desse plano”, considerando as questões organizacionais também acredito que os prazos seriam necessários, entretanto o que gerou toda essa ansiedade foi justamente o longo tempo em que nos encontramos em luta para termos simplesmente o que nos é de DIREITO.

Meta 18: OUTRO MOMENTO DE INFLAMAÇÃO- Assegurar, no prazo de 2 anos, a existência de planos de carreira para xs profissionais da educação básica e superior públicas de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dxs profissionais da educação básica e publica, tomar como referencia o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VII do art.206 da constituição federal.

Que não recebemos nem o piso salarial já é algo declarado. Uma questão que considerem muito importante nesse item, que contou com a participação dos educadores infantis, é a adequação do cargo de educador infantil. Ele hoje consta como cargo administrativo, o que foge totalmente do racional e impede os profissionais de poderem trabalhar com dois cargos e lhes veta dos direitos dos docentes.

Meta 19: Da participação democrática: Assegurar condições, no prazo de 2 anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta publica á comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo os recursos e apoio técnico necessários.
Meta 20: Financiamento da educação: garantia da aplicação dos 25% constitucional, destinados à educação e a garantia de um crescimento progressivo de 0,5 ao ano até o fim da vigência deste plano.

O plano foi enfim construído, mas ainda deve passar por aprovação. Esperamos que tudo nosso trabalho culmine num plano de qualidade e exequível e que nossos governantes e gestores se dediquem a fazer com que ele se torne algo real, concreto e completo. As metas são muitas, e as estratégias diversas e cada um de nós tem um compromisso formado com esse plano. Parabenizo a todos os envolvidos!


---
para entender o texto:
PDME: Plano Decenal Municipal de Educação
xs, dxs: o uso do X foi escolhido em palavras de gêneros para inutilizar situações como dos(as), os(as).
---
Leia sobre a primeira parte do evento aqui... 

sábado, 16 de maio de 2015

Coisinhas de Professor/Projeto de 1 à 10

Ser professor talvez não seja das profissões mais fáceis. Pouco ( ou nada) sei da realidade das escolas particulares. Sempre trabalhei em escolas públicas, e tenho mesmo uma preferencia por escolas de bairros humildes. Digo que a carência das crianças combina com a minha. Falei a pouco tempo à vocês sobre o projeto de 1 à 10, onde se destina entre um e dez porcento do que se ganha para ações de caridade, doações a abrigos e orfanatos ou qualquer outra bem-feitoria. Nesse mês ainda não agendei minha visita no Abrigo que sempre vou ( Abrigo Bem Querer), ainda estou pensando no que levar para as crianças.



Vim comentar sobre outra destinação que dei à parte da "verba" que destinei ao projeto. Como já mencionei sou professor, como meus alunos quase sempre vão pra escola sem material escolar eu resolvi fazer compras em cima disso. Comprei muitos lápis de escrever, borracha, cola, tesoura, dez cadernos, tinta e alguns jogos para usar nas aulas. Agora estou montando jogos de dama em papel cartão ( ia comprar os jogos, mas achei mais simples faze-los- os alunos vão participar da confecção).